Sonhando com uma Libertadores

Desde os seis anos de idade, Guilherme Kakumu – prestes a completar três décadas de vida – é torcedor do Corinthians, para decepção do pai, palmeirense fanático. “A gente se dá muito bem, mas quando tem jogo, as discussões são inevitáveis. Um gosta de provocar o outro, mas o clima em casa é sempre amigável”, diz.

Guiga, como é conhecido pelas pessoas mais próximas, frequenta os estádios de vez em quando, mas prefere acompanhar os jogos pela televisão. “Não sou fã de estádio, geralmente a bagunça é muito grande, principalmente quando tem clássico. Prefiro assistir em casa, mesmo, ou ir a um barzinho com os amigos”, declara.

Durante toda a adolescência, o pai de Guilherme tentou convencê-lo a mudar de time. Em vão. Praticamente toda a família materna é corintiana. Como Guiga cresceu junto com os primos (corintianos) por parte de mãe, ele acabou se tornando mais um torcedor da Fiel. “Nós nos damos muito bem e, sempre que possível, assistimos juntos aos jogos do Timão.”

Guilherme só lamenta por seu time nunca ter conquistado uma Libertadores. “Muitos corintianos dizem que título não é o mais importante, até eu digo isso. Como diz o Juca Kfouri, fundamental mesmo é ser corintiano. Mas, lá no fundo, bem que eu gostaria de ver o Timão conquistando um título como esse. Aí, sim, me sentiria completo. Mas é questão de tempo para calar a boca de todo mundo. Certamente meu Timão ainda me dará muito mais orgulho do que já dá hoje”, completa.

Por: Marta Mitsunaga

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